Local: no final – ou será no início, sei lá - da RS – 118. Inacreditavelmente, mas era mesmo a RS – 118.
Área muito agradável aos olhos, bastante original. Todavia, terreno pouco apropriado à prática do “rebolation” (pesquise no youtube).
Line-up: Dj’s de todos os níveis (fraco, regular, bom e fritante). Estava meio louco para lembrar o nome de um deles, mas o cara detonou nas pick-up’s.
Estacionamento: mal organizado e desorganizado (entenderam né).
Show de laser muito bom. Dava pra ficar viajando seguindo os pontinhos verdes…hehehe.
Decoração regular. Nada fora da normalidade do maravilhoso mundo da vibe.
Tirolesa modesta, porém divertida.
Palhaços e bobos da corte fritando com a galera. Até foi engraçado no início.
Ah, o som…miseravelmente estrondoso. Dava para falar ao celular de frente para o palco principal.
No geral, a festa até foi boa, porém com suas peculiaridades negativas, tais como, poucos banheiros químicos; copas improvisadas; segurança relapsa; dentre outros supramencinados.
P.S.: abduziram as super ultra mega plus beldades fritadeiras?? Pois lá elas não estavam.


A frase de um amigo resume o que é esse lugar: “Esse lugar é a prova de que tudo no mundo pode dar certo!”
A diversidade da música é uma das coisas que agrada ao público, indo dos anos 80 a house music. Não lembro de ter ouvido tocar pagode e funk.
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